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Cartografia daRede Clima

Sobre o projeto

A Cartografia da Rede Clima reúne os artigos que os coordenadores da Rede Clima publicaram desde 2007 e mostra onde publicam, com quem, sobre o quê e de onde. Esta página diz quem fez a plataforma, de onde vêm os dados, o que entra na base e o que ela não mede.

Por que esta plataforma existe

A Rede Clima, Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais, reúne grupos de pesquisa de todo o país desde 2007. Os coordenadores dela publicam em revistas do Brasil e do exterior, e essa produção nunca foi reunida num lugar só.

Esta plataforma mapeia a atuação, a produção e as redes de colaboração desses pesquisadores. Ela serve para encontrar artigos, ver onde a rede publica e com quem, e identificar temas pouco estudados. O trabalho é feito com uma bolsa DTI-A do CNPq, de setembro a novembro de 2026, e a plataforma faz parte do Clima em Dados.

De onde vêm os dados

Cada coleta foi gravada com a data e um código de conferência (sha256), para que o dado possa ser conferido na fonte.

  • Currículo Lattes de cada coordenador, lido em outubro de 2026: os artigos que cada um declara.
  • OpenAlex, uma base pública da produção científica mundial: autores, instituições, países, temas, referências e citações de cada artigo, e os artigos que o Lattes não declara.
  • Crossref, o registro dos DOIs: o código que identifica cada publicação na internet.
  • Site oficial da Rede Clima: as sub-redes e quem as coordena.
  • Qualis da CAPES e SJR: a classificação dos periódicos.
  • DOAJ e as próprias revistas: a licença de cada artigo.

O que entra na base

O critério de cada contagem está aqui e na nota do painel que a mostra.

A base tem 3.534 artigos em 1.102 periódicos, publicados de 2007 a 2026 pelos 40 coordenadores da Rede Clima. São 32 coordenadores da planilha da equipe executora e 8 que o site oficial da rede lista.

Entram só artigos em periódico. Capítulos, livros, trabalhos em anais, editoriais, resenhas e cartas ficam de fora. Os 62 textos publicados em revistas de divulgação, como a Ciência Hoje e a Ciência e Cultura, ficam na base com uma marca própria e não entram nas contagens de artigos.

O que a base não mede

Cada limite aparece também no painel em que ele pesa.

  • A base mostra o que foi publicado, e não a qualidade nem o impacto da pesquisa.
  • O Lattes pode estar desatualizado. Dois currículos não são atualizados desde 2012 e 2021; nesses casos, a produção recente vem do OpenAlex.
  • O OpenAlex pode atribuir um artigo à pessoa errada. Por isso, cada ligação de um artigo a um coordenador passa por regras de nome, e um modelo de IA (Claude) conferiu uma amostra sorteada, artigo por artigo.
  • O texto completo dos artigos não é publicado aqui, porque a maior parte pertence às editoras. A plataforma oferece o PDF de 1.591 artigos, os que têm licença aberta, e o link para todos os outros.

Dados pessoais

A página Proteção de dados detalha a base legal e como pedir correção.

A base usa dados públicos: o que cada pesquisador declara no currículo e o que cada artigo informa sobre a sua autoria. O e-mail e o telefone que aparecem nas fontes não são copiados, e nomes de alunos de graduação ficam fora dos dados abertos. Ver Proteção de dados.

Equipe

O resumo de cada pessoa é o do próprio currículo Lattes e não é traduzido, porque é o que ela afirma de si.

Karen de Oliveira Silverwood-Cope

delineamento da pesquisa, definição do escopo e verificação das informações e dos dados

Diretora de Clima no World Resources Institute Brasil (WRI Brasil). Coordenadora da Subrede de políticas públicas da Rede Clima. É servidora pública federal da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, atuando em temas relacionados ao meio ambiente e mudança do clima desde 2009. Foi Diretora do Plano Nacional de Adaptação à mudança do clima, Coordenadora-geral do Plano Nacional sobre mudança do clima e do Fundo Nacional sobre mudança do clima. Foi Coordenadora-Geral de Oceano, Antártica no Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações e Assessora responsável pela área de meio ambiente e Secretária Adjunta Substituta na Secretaria de Análise Governamental da Casa Civil, da Presidência da República. Doutora em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB), com pesquisa na área de políticas públicas e meio ambiente, na qual investigou processos decisórios e formação de agenda governamental sobre a Política Nacional de Mudança do Clima. Mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento pela London School of Economics (LSE), com ênfase na formulação de orçamento e planejamento governamental. Mestre em Ciência Política pela UnB com foco em planejamento e orçamento para políticas ambientais, dissertação premiada pela Secretaria de Orçamento Federal do Governo Federal. Bacharela em Ciência Política pela UnB.

Lattes ORCID LinkedIn

Tiago Barros Pontes e Silva

concepção, coleta, tratamento e organização da base, análises, arquitetura da informação, redação, desenvolvimento e manutenção, como bolsista DTI-A do CNPq

Professor Associado do Departamento de Design da Universidade de Brasília (UnB), onde ingressou em 2006. Coordenou os Cursos de Graduação e de Pós-Graduação em Design, além de atuar em representações da administração superior, como o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e a Câmara de Pesquisa e Extensão (CPP). É Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI) (2026-2028) e foi Presidente do Fórum Nacional de Coordenadores de Programas de Pós-graduação em Design da Área 29 da CAPES (2024-2025). Atuou como Membro de Comissões Assessoras de Área do INEP/MEC em Design e Formação Geral. Como pesquisador do PPG Design, dedica-se às áreas de Ergonomia Cognitiva, Design de Interação, da Informação, Visualização de Dados e de Jogos com Propósito, com foco em tarefas cognitivas complexas, pensamento computacional, IA generativa, saúde, aprendizagem e ludicidade. Foi responsável pela elaboração e submissão da Proposta de Criação do Doutorado Acadêmico em Design da UnB, aprovada pela CAPES em 2024. Doutor em Arte (2014) pela UnB, na linha de Arte e Tecnologia, com pesquisa em Arte Computacional Evolutiva. Mestre em Psicologia (2006) pela UnB, com ênfase em Ergonomia Cognitiva, e Bacharel em Design nas Habilitações de Projeto de Produto (2002) e Programação Visual (2003) pela mesma universidade.

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Pelo que a equipe responde

Uma das autoras da plataforma é coordenadora da Rede Clima e tem artigos na base. A página diz isso para que quem lê leve esse fato em conta ao avaliar as análises.

A equipe responsável por esta plataforma decidiu o que entra na base, definiu os critérios de cada contagem e responde pelo que a plataforma afirma. Um modelo de inteligência artificial (Claude) fez a coleta, a conferência dos dados e o código, sob a condução de Tiago Barros Pontes e Silva.

A plataforma não é publicação oficial da Rede Clima, do Cemaden nem do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A primeira autora e orientadora da bolsa, Karen Silverwood-Cope, coordena a sub-rede de Políticas Públicas da Rede Clima e por isso está entre os coordenadores da base. A produção dela entra pelas mesmas regras que valem para os outros.